segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

 

Não é fácil ser empregado, mas acreditem que não é nada fácil ser patrão.

No geral quando escrevo é a pensar na melhoria e futuro da hotelaria, restauração e similares, tentar deixar algo útil para as futuras gerações e empresas sustentáveis que primam pelas boas práticas com empresários conscientes de que, como diz o provérbio, “Roma e Pavia não se fizeram num dia”, como quem diz, “A pressa é inimiga da perfeição”, " Devagar se vai ao longe" ou "Grão a grão enche a galinha o papo".

É provável que muitos já conheçam esta forma de pensar, vou repetindo como forma de relembrar muitos, empregados e patrões, que nada acontece sem esforço, todos temos que nos formar e dar tempo ao tempo umas vezes com saber, outras vezes com erros, mas sempre com o objetivo primordial de aprender todos os dias com vista a alcançarmos a paixão necessária para nos dedicarmos de “corpo e alma” a uma atividade, neste caso, à hotelaria, restauração e similares que, nos tempos que correm, já devia ser exercida com orgulho por todos que a ela se dedicam independentemente da razão que os levaram a esse setor: servir, ou mais bem dito, bem servir. Servir dá-nos satisfação, conhecimentos, motivação e experiências únicas.

Cada um tem a sua visão da vida, a nossa vida em si mesma é uma escola e todos absorvemos as experiências de uma forma única por isso mesmo alguém disse: “"Antes de julgar a minha vida, calce os meus sapatos, percorra o caminho que eu percorri. Viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas. Viva as minhas alegrias. Tropece onde eu tropecei e levante-se, assim como eu fiz." (pensamento atribuído a Clarice Lispector embora não confirmado)

O que parece aos olhos de terceiros nunca o é na realidade até por que vivemos numa sociedade de faz de conta no essencial. Ontem uma Mãe ficou aborrecida comigo quando lhe afirmei que para o seu rebento ter algum sucesso profissional tinha que nascer três vezes ou mais mesmo que, aparentemente, de já ser uma pessoa de sucesso! Entenda-se que para alguns o sucesso é ter um curso superior, apenas. Não posso estar com uma pessoa de sucesso que nada mais faz que estar a jogar no telemóvel, não consegue escrever uma frase sem um erro ortográfico e responde às nossas perguntas com um seco “yeah” e levanta o dedo para os presentes como uma afirmação indubitável ao que estava a ser dito pela progenitora.

Antes que alguém pense que estou a pensar no meu próprio umbigo, não é por ter escrito um livro ou outro que penso desta forma, mas faz muita falta a leitura, faz muita falta a escrita. Tinha feito cinco anos há quatro meses quando entrei na escola primária para a chamada primeira classe, recordo-me que desde essa idade que tentava ter os cadernos impecáveis, cadernos diferentes para temas diferentes com cores diferentes além do caderno com as duas linhas para aperfeiçoar a caligrafia. Sempre gostei de escrever, de ler e olhar para o trabalho bem executado com prazer depois de muitas tentativas e experiências. Aos sete anos já tinha lido a maior parte dos livros da Anita ( cujos autores são Marcel MarlierGilbert Delahaye), dos sete, dos cinco ( da escritora Enid Blyton). Recordo-me com muita nostalgia de pessoas que me incutiram o gosto pela leitura (os Villares Pires) e da minha alegria ao receber o livro Clarissa e o Olhai os Lírios do Campo de Érico Veríssimo que li e reli durante anos. Com dez anos já tinha lido muitas das obras de Pearl Buck, também conhecida por Sai Zhen Zhu além de todos os livros da Agatha Christie entre muitos outros.

Nunca gostei de ser obrigada a fazer nada que não gostasse ou não fosse de acordo com os meus valores, daí a obrigatoriedade de estudar os nossos escritores foi uma situação muito complicada, recordo as aulas de português que amava com algum azedume pela imposição da leitura de algumas obras! Quando vou à casa de alguém ou a uma biblioteca e vejo algum desses livros pese saber a qualidade dos mesmos olho-os com desdém e amargura, a obrigatoriedade de os ler e estudar, penso hoje, deve ter-lhes tirado a alma que encontrava em todos os outros que lera até então, falo claro está, dos Maias, Auto da barca do inferno, Lusíadas, entre outros. Exceção vai para Fernando Pessoa quem sempre me cativou pela existência de heterónimos facto que sempre achei deveras curioso e me indago até hoje o que o motivara a tal procedimento (muitas explicações que já me deram não me satisfazem, motivo de discussão algumas vezes com o saudoso Pde. António Barreiros autor daquelas literaturas 1 (sec. XII ao sec. XVIII) e 2 (séc.XIX e XX) que éramos obrigados a carregar)?

A par de tudo isto lá fui aprendendo coisas que me diziam ser essenciais para o futuro como saber bordar neste ponto ou aquele ponto, fazer crochê, fazer tapetes em Esmirna entre outros labores (graças à Dª. Raquel Torrão dos Santos de Almeirim). Hoje penso que teria sido mais importante ter aprendido a pregar um botão ou a fazer uma bainha, coisa que não sei.

Quando falo dos meus valores, falo do certo e do errado, de ser gente e ser gentinha. Devo ser uma das pessoas com mais erros por aí, todavia sei discernir entre o bem e o mal até por que sempre nos foi ensinado que devíamos observar muito bem os comportamentos à nossa volta e ponderar nos mesmos.

Sempre fomos obrigados a trabalhar nas férias fossem de dois ou mais dias, logo se vê que as férias de verão eram um autêntico inferno para quem gostava de se refugiar na leitura e a partir dos nove, dez anos na música.

Nas férias não havia tempo para nenhum hobby a menos, como é lógico, que desaparecêssemos por algum período, o que fiz amiúde. Recordo com muita saudade os longos passeios de bicicleta pelo monte do Bom Jesus de Braga que todos nós conhecemos como a palma das nossas mãos para fugir ao trabalho. Foi com estes procedimentos e ensinamentos dos que nos rodearam durante muitos anos que comecei a amar a minha profissão pelo que ela é na sua essência: darmos tudo de nós a outros seres humanos para os fazer sentir em casa, começamos de dentro para fora e não de fora para dentro como é apanágio fazer-se nos dias de hoje, um serviço diferenciado e com rigor interno para satisfação de quem utiliza o externo. Enquanto o interno não nos satisfizer em pleno não há como satisfazer o externo o que leva ao declínio constante, em alguns casos sem retorno, independentemente dos esforços extraordinários muitas vezes realizados

Depois de muitas tentativas e experiências há que discernir e indagar como chegar a um aperfeiçoamento sem complicações para um trabalho bem executado donde resulta prazer e satisfação, sem imposições que resultem em azedume ou desdém, tal aconteceu comigo com a já falada obrigatoriedade de estudo de algumas das nossas obras no liceu.

O curioso de tudo isto é que a vida é vivida a passos largos e é inevitável chegarmos a meio da escada a pensar que é muito curta para realizarmos todos os nossos objetivos quando, pela insensatez de alguns o facilmente realizável se torna impraticável. A leitura abre horizontes, consciências e ser pensantes aptos a realizar determinadas funções que envolvem (de forma direta e indireta) um conjunto de conhecimentos das mais variadas áreas essenciais, mas que ninguém dá por elas a olho nu.

Dizia o meu Professor de relações públicas/ direito Dr. Jaime Leite: “Como alguém na universidade de Coimbra nos disse uma vez, isto parece um dilúvio de palavras num deserto de ideias, mas interpretem o fundamental sem olhar ou pensar no próprio umbigo e sempre no bem daqueles que representam, a quem só querem ver singrar e ter sucesso”.

Daí volto um pouco atrás e volto a referir que não posso estar com uma pessoa que se queixa da falta de emprego, mas diz-me que não quer o filho licenciado a servir outras pessoas, não foi para isso que estudou!

Além dos estudos e muitas formações ao longo da minha vida, foi o servir (bem servir) que me alargou os horizontes. Conheço pessoas de todas as zonas do país e, mais do que isso, conheço pessoas de todo o mundo (hoje até os filhos são minha visita). Todos os turistas nacionais e estrangeiros que conheci ao longo de toda a minha carreira ajudaram-me a ser quem sou, mas não é por mero acaso, sim pela dedicação e disponibilidade que lhes demonstrei sempre, cumprimento de todos os acordos ou promessas. Nunca nenhum cliente foi confrontado com a informação de um erro do preço do alojamento ou das refeições ou de outro serviço já depois de ter efetuado a reserva ou ter visualizado uma tarifa diferente no nosso site. Todos os nossos preços sempre estiveram afixados e bem visíveis de forma a não existirem quaisquer dúvidas tanto para turistas nacionais como estrangeiros.

Mais, sempre estive disponível para absorver ensinamentos de todos eles quer fosse para a melhoria da minha prestação de serviço, quer fosse para a minha cultura geral unicamente.

Neste setor de atividade, só falo neste embora se aplique a muitos outros, está “démodé” e é grave tentar fazer um empregado à imagem do patrão assim como é completamente descabido e grave atribuir o cargo de chefe a um qualquer funcionário sem conhecimentos e experiência para o efeito.

A formação adequada é essencial para ambas as partes, por um lado quem administra fica a saber como administrar, quem chefia fica a saber como chefiar. Só desta forma se conseguem equipas de futuro e se começam a implementar procedimentos de gestão a bem de todos dando origem à paixão pelo bem servir. Relevo que todos os membros da equipa devem ter formação específica constantemente ministrada sempre por pessoas com conhecimentos e experiência de alguns anos e que tenham verdadeira adoração pelo bem servir.

Não é fácil ser empregado, mas acreditem que não é nada fácil ser patrão. Tenho anos de experiência de trabalho, muito trabalho, em ambas as partes e o mais importante para sanar muitos dos problemas existentes da atualidade é implementar soluções básicas para um alicerce robusto e de futuro sendo um deles gratuito que é “a arte de se colocar no lugar do outro” ou, também, parar de, como diz o ditado popular “olhar para o próprio umbigo”.

 

sábado, 10 de dezembro de 2022

 

"Comer, Beber, Dormir e Visitar Casas Novas, Chaves (Portugal)" por Maria Delfina Gama

www.pramesa.pt

Há algum tempo recebi publicidade deste espaço e uma das coisas que me chamou à atenção, além da magnífica A Casa dos Vasconcelosfoi o facto de aceitarem animais de estimação. 


Só com este item, este espaço leva, da minha parte, uma grande percentagem de pontos.

Depois de verificar ser um espaço “Pet Friendly”, li tudo sobre a mesma para que a pudesse divulgar através dos leitores desta Revista e entre amigos. Poucos são os amigos que não têm um animal de estimação e desistem, muitas vezes, de fazer um fim-de-semana ou férias mais longas, por não encontrarem locais onde os possam ter.

Casa dos Vasconcelos está muito bem localizada e tem acesso privilegiado.

A saída da autoestrada encontra-se a 2 km da Casa dos Vasconcelos, seguida de estrada municipal em excelentes condições.

Os acessos a partir de diversos pontos e das principais cidades circundantes são fáceis e de excelente qualidade.

Com capacidade para 12 pessoas, a Casa dos Vasconcelos proporciona todo o conforto num ambiente campestre.

Espaço Interior

  • 6 quartos – 4 suítes no rés-do-chão, totalmente equipadas, com ar condicionado e televisão e 2 quartos no piso superior com casa de banho.
  • Ampla cozinha totalmente equipada com eletrodomésticos, loiças e uma grande mesa de jantar com capacidade para 12 pessoas.
  • Espaçoso salão de convívio com televisão, lareira e jogos de tabuleiro.
  • Ar condicionado em toda a casa.
  • 6 casas de banho em toda a casa.
  • Wi-Fi gratuito em toda a casa.
  • Aceita animais de estimação.
  • A ligação perfeita entre comodidade, atmosfera de conforto e natureza.
  • A Casa dos Vasconcelos é uma casa de campo que nasce de um sonho de família de se implantar na região de Trás-os-Montes, território com uma forte presença no imaginário dos sócios-fundadores.
  • A Casa possui uma área total de 4100 m2 e tem, como principais atrativos, o desenho arquitetónico do espaço, a combinação da comodidade da construção moderna com materiais topo de gama e a preservação das linhas originais da casa, que se ergue numa envolvente campestre e natural.

A cidade de Chaves situa-se em Trás-os-Montes, a zona mais verde e com o relevo mais acidentado de Portugal, que Miguel Torga considerava ser um reino encantado.

Herdeira da Aquae Flaviae romana, Chaves é também conhecida pelas fontes termais e pela abundante e bem preservada arquitetura romana. Esta região rica em património histórico e paisagístico é conhecida pela sua riqueza gastronómica torna-se inesquecível para todos os que a visitam.

Pontos de interesse na região

Entre a herança romana e a rica gastronomia, encontrará alguns dos recantos mais genuínos do nosso país no extremo nordeste de Portugal.

Aldeias preservadas, tradições milenares, castelos, áreas naturais protegidas e vida selvagem. A grande riqueza gastronómica e o povo acolhedor fazem da cidade de Chaves um dos locais mais atrativos de toda a região.

A cidade de Chaves, brindada pelas margens do rio Tâmega e pelo espelho de água que este forma, está repleta de pontos de interesse.

A cidade de Chaves

Explore o centro histórico de Chaves e a belíssima ponte romana que liga as margens do rio Tâmega.

Descubra a muralha medieval que envolve toda a cidade e os fortes de São Francisco e Neutel, que se mantêm intactos e representam uma parte significativa da história da cidade e de Portugal.

O largo do Arrabalde, situado no coração da cidade, é de paragem obrigatória e permite a observação de outros pontos de referência como a Igreja de Santa Maria Maior, os Paços do Concelho e a estátua de D. Afonso de Bragança.

Visite o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso e desfrute da modernidade da cidade.

A visita não fica completa sem provar os tradicionais pastéis de Chaves, folhados recheados de carne em forma de meia-lua.

A magnífica natureza da região

Percursos pedestres

O aproveitamento das áreas naturais desta região inserida na Rota do Contrabando permite a exploração da componente histórica e cultural da mesma durante as longas caminhadas oferecidas.

A construção recente de seis novos trilhos pedestres em várias freguesias, com uma extensão total de 80 quilómetros, constitui mais um ponto de atração desta região. Ao longo dos diversos percursos que ladeiam o rio Tâmega, podemos visitar a Casa-Museu João Vieira, igrejas e santuários e ainda descobrir as antigas rotas do contrabando, vias romanas, moinhos e até mesmo caminhos-de-ferro.

  • Trilho de moinhos de São Lourenço (9,6 km)
  • Margem dos Sentidos (0,7 km)
  • Trilho das Colinas (5,5 km)
  • Trilho de Quinta do Rebentão (14,5 km)
  • Trilho Ribeiro de Oura (8,8 km)
  • Trilho de Seara Velha (13,7 km)
  • Trilho de Vidago-Arcossó (13,6 km)

Sinta a ligação da modernidade com a natureza!

O desenho arquitetónico do espaço, a combinação da comodidade da construção moderna com materiais topo de gama e a preservação das linhas originais da casa, que se ergue numa envolvente campestre e natural, tornam a Casa dos Vasconcelos no refúgio ideal para uma curta pausa ou para umas férias de descanso e relaxamento no norte de Portugal.

Entre a herança romana e a rica gastronomia, uma região cheia de genuínos recantos!


Telefone +351 932 622 959

Email reservas@casadosvasconcelos.com

Bairro Outeiro da Cruz, n.º 10 Casas Novas

5400-729, Chaves

 

Visitem e dêem-me “feedback”

 da Vossa experiência nesta zona de Portugal.

                                      (texto da autoria de Maria Delfina Gama

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

 

Animação a Gosto em Datas Festivas" por Maria Delfina Gama

www.pramesa.pt
https://www.pramesa.pt/2022/12/animacao-gosto-em-datas-festivas-por.html#more

Em Hotelaria, Restauração e Similares a animação é fundamental.
Já contratou animadores para a Festas de Natal e Passagem d`Ano?


Quem me conhece sabe que eu adoro música, todos os tipos de música. O tipo de música que ouço depende do que estou a fazer e o local onde me encontro.

A animação é sempre muito difícil escolher, porque tenho a sorte de conhecer excelentes profissionais, todos merecedores da minha indicação, atuações diferentes, mas todas com um único propósito: satisfazer uma plateia, ficar nas boas recordações de quem assiste ao espetáculo e ficar na nossa carteira de animadores para a vida.

Hoje vou falar em animação com música e sem música, adequada para eventos diversos e com animadores que nunca me deixaram mal perante os clientes. Aquando da organização de um evento, temos que ser isentos e honestos na indicação de um qualquer parceiro. Nunca, até hoje, houve um cliente a mostrar-se descontente com as minhas indicações. Eu nunca indico nada, nem ninguém que não gostaria para mim.

Durante a minha carreira, organizei um sem fim de eventos: reuniões, casamentos, batizados, festa de aniversário, etc. Por fim-de-semana servi centenas de pessoas e, com a exceção de dois casos em toda a minha carreira (devido a fatores alheios à minha pessoa e da minha equipa), sempre com as melhores críticas e das quais obtive muito boas recomendações.

Começo por falar de um grupo do Norte, mais concretamente, de Santa Maria da Feira, com o nome The Generation 7iOn – Rock Tribute Band constituído por Rui Pedro, Jonas Sá, Bruno Pais e Francisco Anacleto

Este grupo nasceu em 2019 com covers de rock dos anos 70, como o próprio nome indica. Qualquer pessoa que tenha assistido aos seus concertos, sabe que os comentários são TOP, boas energias, fantástico, boa música, verdadeiro rock. Destaco as músicas Sympathy for The Devil, Lust for Life, Smoke on The Water, Highway to Hell, Comfortably Numb, Born to Be Wild, Satisfaction, War Pigs, Detroits Rock City.

Se esta recomendação não for do vosso agrado, passo ao fantástico Francisco Peças, de Alcobaça, mas com um longo percurso em todo o país e estrangeiro. Ouvir o Elvis Presley e o Francisco Peças é a mesma coisa, ninguém nota qualquer diferença. Este artista fez a animação em muitos eventos onde trabalhei e sem dúvida foi “a cereja no topo do bolo”. Uma viagem musical pelos anos 60 e 70, para todos os gostos e nacionalidades. Um espetáculo sem igual, onde recordamos temas dos mais célebres cantores americanos como Elvis PresleyDean Martin, Frank Sinatra e passando por Espanha com Júlio Iglesias ou França com Joe Dassin. Para não falar num excelente repertório de músicas de cantores portugueses e, naturalmente, incluindo o fado.

Passo ao extraordinário Ricardo Rapaz um “expert” na arte da magia e comédia para os mais pequenos e graúdos. Este artista ilusionista para festas e em animações, trabalha como o mágico cómico, homem sombra, empregado de mesa falso (um dos melhores para mim), mimo, mestre de cerimónias, caricaturista falso, escultor de balões entre outras personagens.

Um DJ é essencial em todos os eventos por isso aconselho o DJ BULLY que me acompanha há vários anos pelos hotéis onde trabalhei. Este extraordinário “disc jockey” teve um papel fundamental numa passagem d`ano, eventos empresariais, casamentos e festas de aniversário. Conhecedor da melhor música desde os anos 60 tem todos os ingredientes para manter um ambiente alegre e desperto noite fora.

Nas minhas indicações não podem faltar alguns dos nossos fadistas que já me ajudaram a ter eventos memoráveis:

Maria da Graça Ribeiro

Teresa Tapadas

Dina Nobre


Luís Capão


A animação deve ser bem pensada. Para produzir os efeitos desejados, existem fatores muito importantes, como a hora prevista de início e fim, se é ao ar livre ou interior, se é com jantar ou não, ou, se o evento em questão necessita de um tipo de animação ou mais do que um, entre outros essenciais para se tornar uma boa memória, daquelas memórias que sorrimos ao recordar e daqueles lugares que queremos sempre voltar.

A vida são momentos, uns tristes outros alegres, espero que os meus artigos ajudem a uma maior percentagem de boas lembranças a todos os leitores que ousem seguir os meus conselhos quer seja para prestar um melhor serviço, quer seja para usufruir de um serviço de excelência.

Na dúvida podem sempre contar com a minha ajuda, basta para isso enviarem-me uma mensagem. Podem contar sempre com a minha ajuda para contatar os animadores de que hoje falei ou para quaisquer outras que julguem pertinentes.

Hotelaria, Restauração e Similares sempre foi a minha paixão, por isso tudo tenho feito para que o meu setor progrida e que sejam reconhecidos quem nos ajuda nesta difícil caminhada, como é o caso dos animadores.

A paixão torna-se uma força quando encontra saída no trabalho dos nossos braços, na perícia da nossa mão ou na atividade criadora do nosso espírito.

George Eliot

 

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                                      (texto da autoria de Maria Delfina Gama)