quinta-feira, 11 de maio de 2023

 

Agradeço a todos os Leitores da Revista P´rá Mesa!

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Decidi fazer uma pausa para agradecer, a todos os leitores, as partilhas, mensagens e a leitura dos meus textos.

No final de 2021 fui convidada para escrever semanalmente para a revista online www.pramesa.pt sobre restaurantes com bom serviço, preços razoáveis e que cumprem a legislação em vigor, de acordo com a minha disponibilidade.

Aceitei o projeto. Semanas depois fiz a proposta para alargar os conteúdos a hotéis, parceiros habituais no setor da hotelaria e restauração e zonas de Portugal que me são queridas e merecem uma visita. Foi aceite a minha proposta, daí ter já falado do concelho de Alter do Chão (Portalegre, norte do Alentejo), Angra do Heroísmo (Açores), Abrantes (Médio Tejo, distrito de Santarém) e Mafra (Região Oeste, distrito de Lisboa) Braga, entre restaurantes, hotéis e parceiros no País.

Não sendo eu uma “influencer”, “blogger” e não me considero escritora (embora muitos tenham o entendimento contrário) fico muito satisfeita em saber que muitas pessoas visualizaram as minhas publicações.

É motivo de orgulho saber que poderei ter levado um cliente a cada um desses espaços e pude contribuir de alguma forma para o desenvolvimento de todos os locais mencionados além de poder ter partilhado com os leitores o que de bom existe para lhes proporcionar estadias, refeições e visitas excecionais durante as férias, miniférias ou, apenas, num fim-de-semana em Portugal.

Pese esta ligeira pausa, continuarei a divulgar excelentes produtos, hotéis e restaurantes para que todos os leitores possam usufruir de experiências únicas.

Convido os jovens a experimentar, os mais velhos a incentivar, servir neste setor de atividade, esta é uma atividade que nos abre portas para o futuro: muito influenciadora na aquisição de conhecimentos e a porta mais adequada para conhecermos pessoas de todo o mundo. Uma porta que de forma muito direta nos alarga os horizontes e soft skills.

Este trabalho não é só meu, tenho que agradecer à Drª. Mónica Rebelo a fundadora da revista a oportunidade que me concedeu ao convidar-me para escrever semanalmente, mesmo sabendo que sou uma mera “curiosa” em termos jornalísticos, mas consciente de que tenho uma longa carreira em turismo, hotelaria, restauração e similares pelo que os meus conhecimentos e experiência na área ajudam de alguma forma à visão única do que de melhor temos neste setor.

 

Dêem-me “feedback”

 da Vossa experiência nas zonas e locais sobre os que escrevi e

sugestões,

muito obrigado.

                                  (texto da autoria de Maria Delfina Gama)


 

Folha do Meio Vinhos ao Alto Alentejo (Portalegre)

Vinhos Amplamente Premiados



Definitivamente, um dos distritos que muito aprecio é Portalegre situado no Alto Alentejo, apenas, a 228 km de Lisboa, 290 km do Porto e 320 km de Faro com excelentes acessos do Sul, centro ou norte do país.

Este distrito sobressai de outros pelo interesse histórico e paisagens maravilhosas que encontramos em cada um dos seus quinze municípios sendo que doze são vilas (Alter do Chão, Arronches, Avis, Crato, Castelo de Vide, Campo Maior, Fronteira, Gavião, Marvão, Nisa, Monforte e Sousel) e três cidades (Elvas, Portalegre e Ponte de Sor).

Precisamente em Portalegre, na freguesia de Alegrete, nasceram os vinhos folha do meio.

As vinhas localizam-se na localidade de Besteiros, Freguesia de Alegrete – Portalegre (Alto Alentejo) e estão plantadas dentro do Parque Natural da Serra de São Mamede. São vinhas maduras, com cepas adultas, em plena produção e estão plantadas a uma altitude que varia entre os 500m e os 550m, em terrenos xistosos. Os vinhos produzidos designam-se Folha do Meio e Alto da Capela (gama de entrada). A colheita é manual e a produção dos vinhos é realizada segundo os mais modernos padrões de qualidade e higiene, sendo acompanhada por um enólogo sénior. O Folha do Meio é produzido nas variedades de Branco, Tinto e Rosé, na categoria de Vinhos DOC ou Regional Alentejano. O Alto da Capela é produzido nas variedades Branco e Tinto. A produção ronda atualmente as 100.000 garrafas.

Atualmente, a empresa gere cerca de 20Ha de vinhas (Próprias e alugadas).

Terrenus Veritae SA é uma empresa constituída em 2009, cuja principal atividade, desenvolvida até ao presente, se traduz pela produção e comercialização de vinhos. Tem a sua sede localizada em Alegrete, uma Freguesia rural do Concelho de Portalegre-Alentejo. Em Setembro de 2008 realizou a primeira colheita de uvas numa vinha que viria a adquirir já durante o ano de 2009 e onde tem realizado anualmente as colheitas.


Sede

Av. Isaura Correia Santos nrº5 , 7300-311 Alegrete - Portalegre

Escritório

Avenida das Descobertas nrº 16 loja 1, 7300-066 Portalegre

Email: terrenusveritae@gmail.com

Contatos

+351245092605

+351968327872

 

 

Experimentem e Dêem-me “feedback”

 da Vossa experiência

                                      (texto da autoria de Maria Delfina Gama)

 

 

Restaurante "O Gafanhoto" na Vila da Ericeira, Portugal.


Família & Tradição


Há catorze meses falei deste restaurante localizado no centro da Vila da Ericeira, entendi que era merecedor de uma nova menção e recordar os leitores deste magnífico espaço com comida tradicional a chamada “comida de tacho”. Abriu as portas em 1968, decorridos cinquenta e três anos mantem-se na mesma família e continua a primar com a comida típica portuguesa com uma confeção ímpar e só com ingredientes naturais e frescos. 


Ao longo das últimas décadas foram feitas várias obras de remodelação de todo o espaço e substituição de loiças para acompanhar as novas tendências, não só na apresentação dos fabulosos pratos como para uma “mise-en-place” mais adequada aos novos tempos, embora sempre com preços muito acessíveis. Além destas alterações, "O Gafanhoto" implementou um procedimento há alguns anos que muito aplaudo: enviam os parabéns a todos os clientes associados à sua página, diariamente.

Os proprietários souberam cativar os funcionários ao longo dos anos, oito efetivos, não existindo uma grande rotatividade o que é uma mais-valia para os muitos clientes já fidelizados, sente-se no ar harmonia e satisfação de ambas as partes. Um restaurante que funciona todo o ano com a folga semanal à terça-feira, domingo ao jantar e fecha para um pequeno período de férias pontualmente, apenas. 

Falamos com o Sr. Vitor Silva que gentilmente nos respondeu a algumas perguntas.

Dificuldades sentidas durante a pandemia?

- Agora que praticamente voltamos ao normal, temos que olhar em frente, não vale a pena falar do passado.

Quais as melhorias no setor da restauração que julga necessárias?

- É essencial mais mão-de-obra.

Comparativamente a outros países europeus, estamos no bom caminho para uma restauração de futuro?

- Eu acredito que sim, nós fazemos por isso todos os dias, melhorar e acompanhar as novas tendências.

Quais os procedimentos que entende justos - a legislar - a bem das empresas e dos funcionários?

- É essencial a descida do IVA e o aumento do ordenado mínimo nacional.

Se voltasse atrás, e depois de toda a experiência, voltava a abrir um restaurante ou não?

- Sim, voltaria a fazer o mesmo trajeto sem sombra de qualquer dúvida.

O município tem ajudado ao desenvolvimento nesta área?

- Infelizmente, não muito. Acredito que poderiam fazer muito mais de várias maneiras, ajudar a restauração e similares é ajudar o município e vice-versa, temos que ser uns para os outros.

Qual a sua opinião sobre a formação nesta área? O que devia melhorar?

- Há muito pouca formação nesta área, devia haver mais escolas de hotelaria e restauração, acredito que uma por concelho. Torna-se muito complicado para os mais jovens deslocarem-se, por exemplo, para Lisboa ou Estoril. Aqui, o município deveria ter um papel mais ativo, afinal, somos uma zona turística e precisamos de passar um bom serviço a quem nos visita. Li algures que abriram uma academia, mas os módulos ou cursos em nada vão ajudar quem quer trabalhar nesta atividade. Precisamos de cursos de cozinha, mesa, bar, bem servir, receção/atendimento e outros mais adequados aos estabelecimentos desta zona. Claro que falo dos restaurantes, mas existem hotéis, alojamentos locais, cafés, bares, etc.

Outros que queira acrescentar?

- Que não passemos por mais nenhuma onda da Covid a meu bem e de todos nós.

Os pratos do dia que confecionam são diferentes diariamente, correto?

- Sim, todos os dias temos pratos diferentes, mas sempre tradicionais portugueses. Entre eles temos o cozido à portuguesa, dobrada de feijão branco, arroz de polvo, arroz de coelho, coelho à caçador, feijoada á transmontana, cabrito assado no forno, feijoada de chocos entre muitos outros e, como não poderia deixar de ser nesta zona, muitos pratos de peixe essencialmente grelhados, como a dourada, robalo, chocos, lulas, bacalhau, sardinhas, carapauzinhos… às vezes, há uma ou outra alteração, pois dependemos sempre das épocas adequadas.

Contatos:
261 864 514

Email: restaurante.ogafanhoto@gmail.com

Rua da Conceição Nº 8

2655-256 Ericeira (Portugal)

 

Experimentem e dêem-me “feedback”

 da Vossa experiência.

(texto da autoria de Maria Delfina Gama)


 

Vinho Verde Ponte da Barca


BARCOS WINES ADEGA PONTE DA BARCA E ARCOS DE VALDEVEZ


"Desde 1963 que cuidamos de património único no mundo.

Produzimos os nossos vinhos num formato de cooperativa, temos um compromisso com a nossa comunidade, para manter vivas as raízes e tradições das nossas terras."


A formação de todos os funcionários é essencial na minha atividade (Hotelaria, Restauração & Similares). Quem está no atendimento ao público tem de saber sem sombra de quaisquer dúvidas informar o cliente sobre todos os produtos de forma sucinta e clara.

Infelizmente, já escrevi sobre isto, continuo a verificar que muitos empregados de mesa desconhecem que existe Vinho Verde Branco, Tinto e Rosé. Quando algum cliente pergunta por vinho verde, é muito comum indicarem única e exclusivamente um qualquer vinho verde branco, nada mais do que isso.

Ora, sendo uma pessoa do Norte, orgulhosamente minhota, continuo a tentar que muitos na minha área entendam que a formação das suas equipas é uma mais-valia para os seus negócios ainda que, como dizem alguns, formem os funcionários e estes os deixem de “um dia para o outro”.

Nunca fui uma pessoa de abrir uma garrafa de vinho para beber um copo ao final da tarde, contudo faço-o muitas vezes para utilizar num qualquer prato que esteja a confecionar. A “talho de foice” deixo a informação que na preparação de alguns pratos deve-se utilizar o vinho que vai ser servido ou deve-se aconselhar ao cliente o vinho que foi utilizado. Claro que, socialmente ou aquando de visitas de amigos, bebo vinho branco, tinto ou rosé conforme o que mentalmente me for sugerido. Digo mentalmente porque, por exemplo, com Arroz de Cabidela, Lampreia, Papas de Sarrabulho, Cozido à Portuguesa sinto a falta do vinho verde tinto.

No coração dos Vinhos Verdes

"Temos um compromisso com a nossa comunidade, para manter vivas as raízes e tradições das nossas terras.

Cuidar das raízes

Desde 1963 que cuidamos de um património único em todo o mundo. Estamos no coração da Região dos Vinhos Verdes, um território com mais de 2000 anos de história de viticultura, e produzimos os nossos vinhos num formato de cooperativa. Isto significa que temos um compromisso com a nossa comunidade, para manter vivas as raízes e tradições das nossas terras.

Investimento e modernização

Ao longo dos últimos dez anos temos feitos grandes investimentos na modernização e melhoria dos nossos vinhos. E desse investimento nasceu uma marca mundial. Exportamos mais de 70% da nossa produção, e os nossos vinhos foram premiados em todo o mundo, tendo recebido o reconhecimento dos críticos mais exigentes.

Enoturismo - Descubra o outro lado do vinho.

O outro lado

Depois de muito viajar para Norte, vai encontrar no interior do Alto Minho as terras de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez. É aqui que são produzidos alguns dos melhores Vinhos Verdes do mundo – e é aqui que vai ficar a conhecer o outro lado do vinho.

As nossas provas

As nossas experiências estão focadas no essencial. Nas nossas provas todos os detalhes técnicos do vinho são explicados de forma simples. O nosso objetivo é que depois desta experiência consiga fazer melhores compras, e impressionar os seus amigos e famílias com os vinhos que escolhe.

A origem conta

Graças ao relevo irregular desta região, podemos criar vinhos nunca antes vistos. Aqui e ali, vemos vinhas plantadas em micro-climas únicos à zona de Ponte da Barca e Arcos de Valdevez. Tudo isto, aliado aos solos.

Loureiro e Vinhão

Nesta sub-região, onde a casta branca Loureiro e a casta tinta Vinhão atingem a sua plenitude, os vinhos verdes assumem características únicas, destacando-se. Os vinhos verdes brancos aqui produzidos assumem-se como bastante aromáticos, elegantes e minerais. Os vinhos verdes tintos apresentam maior potencial nesta sub-região devido às condições climáticas que condicionam a maturação."


Prémios

Vinhos premiados em todo o mundo.

2022

Revista Wine Enthusiast

91 Pontos

Alvarinho Castanho 2019

2022

Revista Wine Enthusiast

91 Pontos

Vinhão Carvalho 2020

2022

International Wine Challenge

Medalha de Bronze

Naperão Alvarinho Reserva

2022

PRODEXPO

Medalha de Ouro

Alvarinho Carvalho 2019

2022

PRODEXPO

Medalha de Ouro

Alvarinho Castanho 2019

2022

Berliner Wine Trophy - Reserva Sócios Alvarinho Carvalho

Medalha de Ouro

Alvarinho Carvalho 2019

2021

Berliner Wine Trophy

Medalha de Ouro

Naperão Loureiro-Alvarinho Premium

2021

China Wine & Spririts Awards

Medalha de Ouro

Naperão Alvarinho Reserva

2021

China Wine & Spririts Awards

Medalha de Ouro Dupla

Naperão Rosé Reserva

2021

Revista Weinwirtschaft

90 Pontos

Loureiro 2018

2021

Revista Wine Enthusiast

88 Pontos - Best Buy

Naperão Loureiro Premium

2021

Revista Wine Enthusiast

85 Pontos - Best Buy

Naperão Rosé Reserva

 

Contactos

Morada:

Avenida Fernão Magalhães, Agrelos
4980-601 Ponte da Barca

Telefone:

(+351) 258 480 220 - Chamada para a rede fixa nacional

Email:

geral@barcoswines.com

 

 

Experimentem e dêem-me “feedback”

 da Vossa experiência.

(texto da autoria de Maria Delfina Gama)